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O que é a DeFi e como funcionam?

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O que é a DeFi e como funcionam o financiamento descentralizado? Aprenda, em termos simples, o protocolo que procura descentralizar o sistema financeiro.

Enquanto Bitcoin foi criado para descentralizar o dinheiro, DeFi pretende descentralizar os serviços financeiros. Ambos coexistem no mesmo universo: a Blockchain.

Mas o que é a DeFi? DeFi é o acrônimo de “Decentralized Finance”. Em português, “finanças descentralizadas”. DeFi é um protocolo que procura retirar os intermediários das transações financeiras – sejam eles próprios bancos ou corretores de exchanges.

Isto porque a maioria dos projetos de DeFi são de fonte aberta e não dependem de nenhuma empresa. Esta é também a razão pela qual os projetos não são originários de uma região específica, mas são muito dirigidos à comunidade. As transações são peer to peer, pessoa a pessoa.

O que é possível fazer com a DeFi?


Empréstimos, hipotecas, investimentos… São diversos os serviços financeiros que podem ser realizados em um ecossistema DeFi. Podem ser usadas as criptomoedas comuns — mais frequentemente, o Ethereum, ou as stablecoins. As stablecoins são moedas digitais cujo valor está atrelado à moedas tradicionais.

“É possível utilizar uma criptomoeda ou stablecoin e pegar um empréstimo, ou até mesmo emprestar ativos para ser remunerado com juros nessas moedas”, explica Gabriel Laender, sócio e chefe de tecnologia da Faria, Cendão & Maia Advogados e membro da Silicon Valley Blockchain Society.

Como é feita a gestão de protocolos DeFi?

Os protocolos de DeFi geralmente possuem fundações e institutos de apoio para possibilitar a “autogovernança”. Para ter poder ao voto, os usuários compram tokens específicos, de governança. “São quantidades pequenas. Nessas discussões são decididas a taxa de juros, quais ativos que a plataforma aceita, entre outros”,

Qual é a Blockchain utilizada?

A blockchain, as moedas utilizadas e até mesmo as regras variam de acordo com cada protocolo de DeFi. Há, no entanto, boas práticas e as plataformas e moedas mais utilizadas. A Blockchain do Ethereum geralmente é escolhida pois permite a criação de contratos inteligentes.

Atualmente, o Ethereum é a segunda criptomoeda mais negociada do mundo, ficando apenas atrás do Bitcoin. A moeda cresceu devido à possibilidade do registro mais fácil de informações, transações, entre outros. Enquanto o Bitcoin ainda está trazendo essas facilidades à sua plataforma, o Ethereum já foi criado com essas possibilidades.

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É seguro?

A tecnologia das criptomoedas e blockchain é, em geral, segura. No entanto, golpes acontecem com frequência, pois ainda é um novo mercado e há um desconhecimento geral do público — principalmente quando falamos dos novos usuários.

Por ser um protocolo descentralizado, muitas vezes não contendo nem uma corretora, o usuário deve ficar ainda mais atento. “Se acontece uma falha técnica ou humana, não há um 0800 que o cliente possa ligar e resolver o problema rapidamente. Se depositou o token errado, pode perdê-lo”, conta o especialista.

Quem deseja entrar neste mercado deve estudá-lo atentamente. “Procure por comunidades no YouTube ou Twitter; são duas fontes mais fáceis de lidar. Os livros, infelizmente, já chegam desatualizados nas lojas”, comenta Laender. Um fator que pode ser uma barreira é que a maioria dos conteúdos ainda estão disponíveis em inglês.

DeFi é a sigla para decentralized finance ou, finanças descentralizadas. Ou seja, ela define o uso de tecnologias como os algoritmos da blockchain, smart contracts, stablecoins e outras, para descentralizar produtos financeiros.

A tecnologia blockchain abre muitas possibilidades, do mundo dos negócios ao setor de saúde. Por isso, depois do boom do DeFi em 2020, a tecnologia permanece em ascensão em 2021.

Os números do setor refletem esse movimento. Para efeito de comparação, o valor total bloqueado neste mercado, em 10 de agosto deste ano, era de US$ 80 bilhões, de acordo com o DeFi Pulse. Em 16 de dezembro, data em que esta matéria foi escrita, as finanças descentralizadas já alcançavam US$ 98,7 bilhões. E o mercado segue sendo impulsionado por soluções inovadoras, colaborativas e descentralizadas.

Open banking X DeFi


Devido à proposta de descentralizar o sistema financeiro, é comum pensar em uma similaridade entre o Open Banking e o DeFi. As semelhanças, no entanto, terminam por aí. Isso porque, na primeira opção, os clientes continuam contando com bancos, fintechs e outras instituições financeiras como intermediárias nas transações.

Na segunda opção, os clientes podem utilizar os serviços financeiros sem estarem atrelados a uma empresa, além de contarem com protocolos de blockchain, criptomoedas, entre outros. Há, no entanto, limitações para os serviços que estão sendo oferecidos até agora e maiores desconfianças quanto à segurança.

A tecnologia possibilita mandar dinheiro para qualquer lugar do mundo, efetuar pagamentos em fluxos contínuos, operar com empréstimos, entre outras ações. Na verdade, tudo o que sistema financeiro convencional faz hoje pode ser feito por DeFi, de forma mais econômica, sem deixar de lado a segurança. A agilidade e a democratização do sistema são suas grandes vantagens.

Neste tipo de criptoativos, não há um comando central, como em um banco comum, por exemplo. Então, quem toma as decisões são os próprios usuários, por meio dos tokens de governança, que se tornaram um ativo bastante valorizado.

O DeFi atrai investidores ao oferecer a possibilidade de retorno alto, embora também represente riscos. Geralmente, o ganho mais elevado é fruto de uma maior alavancagem dos investimentos.

Qual a finalidade do DeFi?

A tecnologia possibilita mandar dinheiro para qualquer lugar do mundo, efetuar pagamentos em fluxos contínuos, operar com empréstimos, entre outras ações. Na verdade, tudo o que sistema financeiro convencional faz hoje pode ser feito por DeFi, de forma mais econômica, sem deixar de lado a segurança. A agilidade e a democratização do sistema são suas grandes vantagens.

O DeFi atrai investidores ao oferecer a possibilidade de retorno alto, embora também represente riscos. Geralmente, o ganho mais elevado é fruto de uma maior alavancagem dos investimentos.

O que são moedas DeFi?

O DeFi é um serviço financeiro descentralizado, desenvolvido na rede do Ethereum, que utiliza várias criptomoedas, como a principal e mais conhecida delas, o bitcoin. Mas também existe uma moeda chamada DEFI, cuja classificação atual na CoinMarketCap é #7055, negociada principalmente nas corretoras Binance e Binance DEX.

No entanto, como explicamos, vários criptoativos circulam no DeFi. Assim, com mais exposição a diferentes tipos de ativos, aumentam as chances de lucrar, mas também as de ter prejuízo. Portanto, é preciso atenção ao investir – até porque podem ocorrer falhas.


Criptomoedas descentralizadas podem ter maior valorização?


Por não haver um comando central, quem toma as decisões nos protocolos DeFi são os próprios usuários. Para isso, precisam ter um token de governança daquele protocolo. Esses tokens se tornaram também ferramenta de especulação. Quem compra o ativo logo no começo consegue vendê-lo por um valor mais alto quando aquele protocolo pega tração.

Em alguns casos, eles desbancaram não só as altcoins favoritas do mercado, mas também o próprio bitcoin.

Quais as melhores plataformas de DeFi? Com essa explosão do DeFi, no início de 2019, havia apenas cinco grandes plataformas em operação. Porém, o setor evoluiu e novas soluções tecnológicas para negociações descentralizadas surgiram.

Algumas das mais conhecidas e seguras são: Binance, Aave, Maker, Curve, Rede Celsius, Crypto.com, Uniswap, YouHodler, BlockFi e Hodlnaut.

A tecnologia blockchain abre muitas possibilidades, do mundo dos negócios ao setor de saúde. Por isso, depois do boom do DeFi em 2020, a tecnologia permanece em ascensão em 2021.

Os números do setor refletem esse movimento. Para efeito de comparação, o valor total bloqueado neste mercado, em 10 de agosto deste ano, era de US$ 80 bilhões, de acordo com o DeFi Pulse. Em 16 de dezembro, data em que esta matéria foi escrita, as finanças descentralizadas já alcançavam US$ 98,7 bilhões. E o mercado segue sendo impulsionado por soluções inovadoras, colaborativas e descentralizadas.

Conclusão


DeFi é a abreviação de decentralized finance, termo em inglês para finanças descentralizadas. … O DeFi funciona por meio dos chamados smart contracts, contratos inteligentes digitais programáveis que permitem executar de forma automática um código previamente definido para gerir de forma eficaz.

Leia também: Conheça a tecnologia por trás da NFTs
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